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Utilidade pública. |
UpgradeFiz mais algumas mudanças no layout, de modo a deixá-lo melhor visualmente organizado. |
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Orientemanda-me verbena ou benjoim no próximo crescente — Caio F. |
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MSP 50
Sempre fui um cara nostálgico, e juntar tantas nostalgias, eu apostei, seria bastante proveitoso. E foi, não apenas por esses autores, como por outros que eu descobri ou redescobri, como a Érika Awano, que eu não sabia que estaria na coletânea e que fez uma história muito bonitinha e bem-traçada.
Um desses quadrinistas que eu descobri foi o Raphael Salimena, com seu traço e pensamento afiados, que se utilizaram do meu personagem favorito, o Horácio, para criar um interessante adágio sobre diferença que devia ir parar na Onivorismo Esclarecido, tão profético e bem-humorado é. Outro autor que me impressionou bastante foi o Otoniel Oliveira, que usou e abusou de um traço e uma narrativa líricos para criar, através da Marina, uma coisa meio meta-linguística que foi profícua justamente por deixar no ar mais perguntas que respondia. Definitivamente um nome que entra pra minha watchlist. O Fábio Lyra eu já conhecia de outros carnavais e, por isso, não fiquei impressionado quando ele criou uma história sensacional, ao mesmo tempo indie e cheia de referências pop tão distintas como Scooby Doo e Pulp Fiction, tão do meu mundo todas essas coisas são. Mas é claro que, pelo menos pra mim, a primeira história da coletânea em que eu dei uma paradinha no final e suspirei foi a do Yabu, muito menos pela nostalgia que pelas ótimas sacadas (eu diria “excelentes varandas”, mas quase ninguém entenderia), como colocar o Cebolinha como Dono da Lua. O satélite, não a rua. Claro que o Jinn Farah era figurinha conhecida, mas foi bom vê-lo novamente em ação, bem como foi maravilhoso mais uma vez experimentar do Yabu uma narrativa de redenção da qual eu sentia falta desde Combo Rangers em HQ. Enfim, MSP50 é caro, e vem em duas versões, uma com capa dura. Mas quer saber? Vale cada centavo, mesmo que você não seja um nerd nostálgico como eu. |
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“The Cat Piano”
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Toda nudez será castigada
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Bienal do Livro — Dia IIIDemorou, mas meu terceiro dia de Bienal finalmente aconteceu. Foi um dia cheio de reveses, cheio mesmo, mas vou me ater ao período que passei lá dentro, que me foi bastante produtivo.
A primeira questão, é que a organização parece ter se encontrado. Mesmo com o número enorme de excursões escolares e apesar da entrada pro estacionamento ter sido mal escolhida dessa vez, tudo correu excepcionalmente bem. E olha que Vladimir Brichta e Heloísa Perissé estavam “palestrando” em um dos estandes (e eu ainda me pergunto por que diabos)!
Consegui algumas ofertas muito boas, notadamente em Watchmen que, barganha daqui, barganha de lá, me saiu por praticamente a metade do preço original. Dei uma olhada por alto na tradução, e me incomodaram algumas coisas, mas isso é outro assunto. Talvez uma das melhores aquisições que eu tenha feito, não por preço mas por utilidade, tenha sido O Cânone Ocidental, que me foi recomendado pela Shibbo. Outros livros do Bloom me chamaram muito a atenção também, mas eu já estou suficientemente falido e tive que me contentar apenas com pequenas compras, sendo a maior extravagância, além dos citados, um Calvino que eu queria há algum tempo. (Já que o DVD Box d’O Poderoso Chefão também foi uma pechincha) O ponto alto, claro, foi o bate-papo entre (meu ex-professor de Oficina Poética) Eucanaã Ferraz e o monstro Ferreira Gullar, que eu pareço vir criando um hábito de assistir em Bienais. Ah, a Cláudia Roquette-Pinto também esteve presente, mas como dela eu conheço quase-nada, não me interessei muito. Foi excepcional vê-los discordando quanto à possibilidade de poesia poder ser apre Aliás, sempre que o Gullar falava, era isso que ele, genial, provocava. Todas as palestras dele em que eu estive transcorreram de forma parecida, independente de temas ou contextos, o que só faz aumentar a minha admiração; mesmo que eu tenha sido obrigado a me atrasar pra conseguir um rabisco dele no meu Poema Sujo. E tenho que agradecer à Paula pela compreensão e paciência, seja pelo atraso, seja pelos meus desabafos sobre |
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Pequeno updateAtualizei um pouquinho o layout, pra ficar mais digno. |





Pra quem, como eu, cresceu colecionando os Almanacões a partir do número 1 e, entre outras coisas singulares, possui a edição comemorativa Mônica 30 Anos, seria, no mínimo, um contrassenso não comprar a edição comemorativa pelos 50 anos de carreira do Maurição. Ainda mais quando nela estariam presentes pelo menos dois outros autores que povoaram minha infância (ou não-tão-infância) com as mais diversas imaginices: Ziraldo e Fábio Yabu.